Maduro aparece em tribunal de Nova Iorque dias após captura pelos EUA

Dois dias após sua captura por forças dos EUA em Caracas, o líder venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores compareceram a um tribunal federal de Nova Iorque em 5 de janeiro de 2026, enfrentando acusações de narcoterrorismo e armas. Detido em Brooklyn, Maduro se declarou não culpado, contrata ex-advogado de Assange, enquanto Trump invoca Doutrina Monroe para defender a operação.

Após a 'Operação Resolução Absoluta' do exército dos EUA em 3 de janeiro —que envolveu mais de 150 aeronaves, forças especiais e agências como CIA e NSA—, Maduro e Flores foram transferidos para os EUA. Fizeram sua primeira aparição em juízo na segunda-feira, 5 de janeiro, perante o Tribunal Federal do Distrito Sul de Nova Iorque, onde Maduro enfrenta quatro acusações federais: conspiração de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína e posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos. Ele declarou: 'Sou inocente. Não sou culpado de nada mencionado aqui', e contratou o advogado Barry Joel Pollack, conhecido por representar Julian Assange. Ambos estão detidos no Metropolitan Detention Center em Brooklyn, que anteriormente abrigou El Chapo Guzmán e o ex-presidente hondurenho Juan Orlando Hernández.

O presidente Trump justificou a ação em um discurso, invocando a Doutrina Monroe —renomeada 'Doutrina Donroe'—, declarando: 'Sob nossa nova estratégia de segurança nacional, a dominância dos EUA no Hemisfério Ocidental nunca mais será questionada'. Originalmente proclamada em 1823 para barrar a intervenção europeia nas Américas, ela tem sustentado as ações dos EUA na região por séculos.

O caso traça paralelos com a invasão dos EUA ao Panamá em 1989 e a captura de Manuel Noriega por acusações semelhantes de drogas. Noriega, outrora um ativo da CIA, pegou 40 anos e morreu em 2017. O analista Eduardo Hodge, da Universidad Gabriela Mistral, sugere que a jogada de Trump contraria influência estrangeira na América Latina por recursos e mercados. A defesa de Maduro planeja alegar violações ao direito internacional e imunidade de chefe de Estado, embora enfraquecida, pois os EUA não o reconhecem como presidente legítimo.

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