Venezuelan Musicians' Cautious Optimism After Maduro Capture

Building on initial jubilant reactions from celebrities and journalists, prominent Venezuelan musicians including Danny Ocean, Elena Rose, Rawayana, and Akapellah expressed measured optimism on social media following the U.S. 'Absolute Resolve' operation that captured President Nicolás Maduro and his wife Cilia Flores in Caracas on January 3, 2026.

President Donald Trump announced the capture from Mar-a-Lago on Saturday, stating the U.S. would administer Venezuela until a "safe, proper and judicious transition" to democracy. This development prompted guarded responses from the Venezuelan music diaspora, known for advocating against the regime.

Danny Ocean's 2016 hit "Me Rehúso" became an anthem for migrants, and he recently performed at the Nobel Peace Prize ceremony, vowing not to return until democracy is restored. He reposted opposition leader María Corina Machado's praise for the U.S. action and call to recognize Edmundo González Urrutia—Machado's barred 2024 election stand-in, now exiled in Spain—as president.

Elena Rose, a Latin Grammy winner who collaborated with Ocean on "Caracas en el 2000," urged prayer on Instagram: "This is a spiritual war. Stand in light."

Singer-songwriter Joaquina posted "Abajo cadenas" (Down with the chains), echoing the national anthem. Rawayana, fresh off a 2025 Grammy for ¿Quién Trae las Cornetas? and Coachella debut, released ¿Dónde Es El After? on New Year's Day. Its opener "Si Te Pica Es Porque Eres Tú" includes: "Feliz año te desea Rawa y que por fin los hijo de putas ya se vayan." They later shared "Tonada por ella," co-written with Servando Primera, featuring archival audio critiquing Venezuela's petro-state.

Their 2024 Latin Grammy-winning hit "Veneka" (feat. Akapellah) prompted Maduro's rebuke and a canceled tour. Akapellah posted directly: "A time of transition is coming. We don’t know how hard it will be, but we all knew we needed it."

Artigos relacionados

Illustrative news image of U.S. forces capturing Nicolás Maduro, Trump announcing control over Venezuela, with global reactions including celebrations, protests, and UN debate.
Imagem gerada por IA

Captura de Maduro pelos EUA: Trump promete supervisão, reações globais se intensificam

Reportado por IA Imagem gerada por IA

Após a operação dos EUA em 3 de janeiro de 2026 que capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, Donald Trump anunciou controle temporário dos EUA sobre a Venezuela até a transição, em meio a celebrações da oposição e exilados, condenações de aliados como Rússia e China, e um debate pendente no Conselho de Segurança da ONU.

Na sequência da operação 'Absolute Resolve' dos EUA que capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores em 3 de janeiro de 2026, numerosas celebridades e jornalistas venezuelanos inundaram as redes sociais com celebrações emocionais, marcando o fim de uma era de repressão.

Reportado por IA

In the days following the U.S. capture of Venezuelan President Nicolás Maduro on January 3, 2026, President Donald Trump lauded Operation Absolute Resolve in a January 5 speech, accusing Maduro of mimicking his 'Y.M.C.A.' dance moves. Protests erupted in Caracas, Diosdado Cabello emerged as a key power broker, and Trump imposed conditions on Venezuelan oil revenues via Truth Social on January 7.

Dois dias após comandos da Delta Force dos EUA capturarem o Presidente venezuelano Nicolás Maduro e a sua esposa Cilia Flores na Operação Absolute Resolve, Maduro declarou-se não culpado num tribunal federal de Nova Iorque por acusações de narco-terrorismo de 2020, chamando-lhe sequestro. Com o regime de Maduro a continuar sob a Presidente interina Delcy Rodríguez em meio a uma quarentena de petróleo dos EUA, Trump promoveu a ação sob uma nova 'Doutrina Donroe' para a segurança hemisférica, provocando celebrações no estrangeiro, reação adversa no Congresso e subidas nos mercados.

Reportado por IA

No início da manhã de 3 de janeiro de 2026, forças dos EUA realizaram uma operação em grande escala em Caracas, capturando o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores, que enfrentam acusações dos EUA por narco-terrorismo e tráfico de drogas. O presidente Donald Trump anunciou a ação via Truth Social, afirmando que os EUA administrarão temporariamente a Venezuela para garantir uma transição estável. A medida gerou divisões acentuadas, com democratas a denunciando como inconstitucional e republicanos a elogiando como decisiva.

Em resposta à operação militar dos EUA que capturou o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores — provocando reações globais variadas —, Cuba emitiu uma condenação veemente, rotulando-a como violação do direito internacional, exigindo liberação imediata e reafirmando solidariedade com o governo da Venezuela.

Reportado por IA

Após sua captura por forças dos EUA em Caracas em 3 de janeiro de 2026, o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores foram transferidos para Nova York, enfrentando acusações federais de narcoterrorismo, tráfico de drogas e crimes com armas. A administração Trump planeja supervisionar a transição da Venezuela em meio à ampla rejeição internacional da ação.

 

 

 

Este site usa cookies

Usamos cookies para análise para melhorar nosso site. Leia nossa política de privacidade para mais informações.
Recusar