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USF Health scientists in a lab studying reversed mu opioid receptor signaling for safer painkillers, with molecular models, graphs, and journal references.
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Estudos da USF Health sugerem que novo passo na sinalização do receptor de opioides pode guiar desenvolvimento de analgésicos mais seguros

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Pesquisadores da USF Health relatam evidências de que um passo inicial na sinalização do receptor mu de opioides pode ocorrer em reverso, e que certos compostos experimentais podem aprimorar o alívio da dor induzido por morfina e fentanil em testes de laboratório sem aumentar a supressão respiratória em doses muito baixas. Os achados, publicados em 17 de dezembro na Nature e Nature Communications, são apresentados como um blueprint para o design de opioides de maior duração com menos riscos, embora as moléculas recém-testadas não sejam consideradas candidatas a fármacos clínicos.

Pesquisadores no Japão descobriram como células cancerosas usam vesículas minúsculas para espalhar a proteína supressora imune PD-L1, explicando por que a imunoterapia frequentemente falha. Uma proteína chamada UBL3 dirige esse processo, mas estatinas comuns podem disruptá-lo, potencialmente aumentando a eficácia do tratamento. As descobertas, de amostras de pacientes e testes de laboratório, sugerem uma maneira simples de melhorar os resultados para pacientes de câncer de pulmão.

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Após 11 anos de pesquisa, cientistas da Universidade McMaster identificaram uma molécula chamada butyrolactol A que enfraquece fungos mortais, tornando-os vulneráveis a tratamentos existentes. Esta descoberta visa patógenos como Cryptococcus neoformans, que representam riscos graves para indivíduos imunocomprometidos. A descoberta pode reviver medicamentos antifúngicos obsoletos em meio ao aumento da resistência.

Cientistas da UBC Okanagan identificaram as enzimas que as plantas usam para produzir mitrafilina, um composto raro com propriedades anticâncer potenciais. Essa descoberta resolve um mistério de longa data e abre caminho para a produção sustentável de tais moléculas. A descoberta destaca o potencial inexplorado das plantas na medicina.

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Uma revisão abrangente de ensaios clínicos indica que o tramadol, um opioide amplamente prescrito para dor crônica, oferece apenas alívio leve que pode não ser perceptível para muitos pacientes. No entanto, ele aumenta significativamente o risco de efeitos colaterais graves, particularmente problemas relacionados ao coração. Os pesquisadores recomendam minimizar seu uso devido a essas preocupações.

Uma análise abrangente de mais de 2.500 estudos mostra que a cannabis medicinal tem evidências fortes apenas para alguns usos específicos, apesar da crença pública generalizada em sua maior efetividade. Liderada por pesquisadores da UCLA Health, a revisão destaca lacunas entre percepções e provas científicas para condições como dor crônica e ansiedade. Ela também identifica riscos potenciais, particularmente para adolescentes e usuários diários.

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Pesquisadores da University of California San Diego relatam que certas células cancerosas sobrevivem a terapias direcionadas usando ativação de baixo nível de uma enzima ligada à morte celular, permitindo que elas suportem o tratamento e regrow tumores mais tarde. Como esse mecanismo de resistência não depende de novas mutações genéticas, ele aparece cedo no tratamento e pode oferecer um novo alvo para ajudar a prevenir a recaída do tumor.

 

 

 

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