Com base na investigação de defeitos recentemente aberta pela NHTSA em 179.071 Tesla Model 3 de 2022 sobre liberações de emergência de portas ocultas —como detalhado em coberturas anteriores—, esta investigação destaca falhas de design ligadas a pelo menos 15 fatalidades, mais de 140 queixas e apelos crescentes por reformas.
Aberta em 23 de dezembro de 2025, após uma petição de defeito alegando que as liberações mecânicas do Model 3 são "ocultas, sem rótulo e não intuitivas", a investigação da NHTSA avalia riscos de segurança decorrentes da posição e design dos controles durante emergências como colisões, incêndios ou falhas de energia.
A dependência da Tesla de botões eletrônicos —com liberações mecânicas de reserva— atraiu críticas, pois são supostamente obscuros sob estresse ou baixa visibilidade. Uma investigação da Bloomberg ligou pelo menos 15 mortes aos designs das alças, enquanto reguladores receberam mais de 140 queixas sobre falhas de portas pós-colisão por problemas de baixa voltagem. Liberações frontais podem estar sem marcação, e opções traseiras incertas em alguns modelos, levando proprietários a usar quebradores de vidro aftermarket.
A Tesla rebate com sistemas de detecção de colisão que destravam portas automaticamente, piscam luzes de emergência e chamam ajuda —embora recursos variem por região e configuração—. A empresa insiste que os designs atendem padrões e estão documentados no manual, negando defeitos.
Esta ação no Model 3 espelha uma investigação paralela da NHTSA em veículos Model Y e alimenta debates sobre interiores minimalistas na indústria. Uma petição da Consumer Reports por maior segurança em portas eletrônicas tem quase 35.000 assinaturas. Reguladores podem exigir recalls ou mudanças, impactando concorrentes se defeitos forem confirmados.