As vendas do Cybertruck da Tesla caíram 38% nos primeiros nove meses de 2025 em meio a desafios contínuos de demanda, agravando a redução anterior de um acordo de fornecimento de cátodos de US$ 2,9 bilhões com a L&F para apenas US$ 7.000. Os números mais recentes destacam obstáculos de produção para as células de bateria 4680 e a recente saída do chefe do programa Cybertruck, Siddhant Awasthi.
A L&F anunciou em 2 de janeiro de 2026, confirmando a redução anterior —detalhada em seu relatório de dezembro de 2025— de seu contrato de cátodo de alto níquel com a Tesla, de US$ 2,9 bilhões para cerca de US$ 7.000, devido a mudanças nas quantidades de entrega de células 4680 usadas principalmente no Cybertruck.
Como relatado anteriormente, as células 4680 enfrentaram problemas de escalonamento, limitando seu uso além do Cybertruck, enquanto outros modelos da Tesla dependem de células 2170 ou LFP. As vendas do Cybertruck, que foram abaixo do esperado em 2024 apesar das ambições de 250.000 unidades anuais, caíram ainda mais em 2025: apenas 16.907 unidades nos primeiros nove meses, queda de 38% em relação às 27.974 no mesmo período de 2024. Dados do 4º trimestre de 2025 estão pendentes.
Somando aos desafios, Siddhant Awasthi, chefe do programa Cybertruck, deixou a empresa. Isso sinaliza problemas persistentes na estratégia de baterias da Tesla e no lançamento da picape, sem expansão de curto prazo para células 4680. A L&F mantém que seus materiais performam bem para outros clientes.