Após as 1,64 milhão de entregas de veículos da Tesla em 2025 — queda de 9% que entregou a liderança global de VE a bateria para as 2,26 milhões da BYD —, quedas regionais nas vendas na Europa (quase 30%) e na China (primeira desde 2020) alimentaram o debate. A dependência da Tesla de apenas dois modelos principais contrasta com o portfólio de 30 modelos da BYD, potencialmente perdendo oportunidades para sustentar o crescimento em meio à demanda crescente por VE.
O desempenho da Tesla em 2025 incluiu 41% de participação de mercado nos EUA, mas apenas 6% na Europa e 5% na China, resultando em 12% global de VE a bateria atrás dos 17% da BYD. Isso marcou declínios nos principais mercados apesar do crescimento geral nas vendas de VE, com Model 3 e Y ainda no topo das paradas regionais. A cobertura recente destacou números de vendas e fatores como o fim dos créditos fiscais nos EUA e a concorrência, mas ignorou a linha estagnada da Tesla. No final dos anos 2010, a empresa apostou na tecnologia de condução totalmente autônoma para a demanda, projetando 50% de crescimento anual para 20 milhões de vendas anuais até 2030. Model 3 (2017) e Y (2020) tornaram-se os únicos veículos de mercado em massa, com entregas do Cybertruck começando em novembro de 2023, mas com desempenho abaixo do esperado. Até 2026, o progresso em condução totalmente autônoma estagnou sem uma virada para expansão da linha. A BYD, enquanto isso, manteve cerca de 30 modelos elétricos a bateria e lançou nove novos em 2025. Analistas argumentam que uma linha mais ampla da Tesla — digamos, 15 modelos com quatro ou cinco estreias no ano passado — poderia ter criado hype, combatido dois anos de declínio e mantido o entusiasmo alto em uma indústria em expansão.